Operação conjunta combate a criminalidade em Poá

144

A Secretaria de Segurança Urbana de Poá coordenou operação de combate à criminalidade na cidade. A ação contou com o trabalho conjunto da Guarda Civil Municipal (GCM) e Polícia Militar e teve como foco evitar furtos, roubos e ataques a caminhões de cargas.

Segundo o secretário de Segurança Urbana de Poá, Carlos Setsuo, a operação foi realizada por meio de bloqueios nos bairros do Jardim São José, Cidade Kemel, Calmon Viana, Jardim Débora e na área central. Além do efetivo da GCM de Poá e da PM, também participou a GCM de Suzano (nas divisas dos municípios) e foi utilizado o sistema de Infocrim (base de dados da Secretaria de Estado da Segurança Pública).

Durante a ação dois veículos com transporte de cargas foram encaminhados à Delegacia de Poá com suspeita de problemas na documentação, além da apreensão de sete carros irregulares. “O mais importante de toda a ação foi à satisfação da população com a presença dos policiais na rua. A sensação de segurança dos moradores fizeram com que os mesmos nos tratassem com muito respeito e carinho”, enfatizou o secretário.

Para Setsuo, a população pode se tranquilizar, pois a pedido do prefeito Gian Lopes novas operações serão realizadas na cidade. “A segurança da população é uma prioridade da administração municipal”.

Outras ações
Poá também tem trabalhado para ampliar o monitoramento por câmeras nos bairros e esta ação conta com o apoio da comunidade, por meio de um programa de cooperação entre o Poder Público e a sociedade, em que os aparelhos de vigilância particulares e públicos são integrados em uma mesma central.

Recentemente a Secretaria de Segurança Urbana de Poá iniciou um trabalho com líderes de bairros e criou um grupo no aplicativo WhatsApp, chamado Poá+Segura. O objetivo da ação também foi aumentar o monitoramento da cidade em parceria com a população. “É uma ferramenta útil para ajudar a identificar e prender assaltantes, pois as fotos, vídeos e descrições detalhadas são informadas e posteriormente repassadas para as polícias Militar e Civil”, explicou Setsuo.

Foto: Divulgação

você pode gostar também Mais do autor