Poá amplia imunização contra a Febre Amarela

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A Secretaria de Saúde Poá iniciou hoje (22) a vacinação contra a Febre Amarela nas unidades de saúde do Jardim Santa Helena, Jardim América, Cidade Kemel, Jardim Julieta e Vila Varela. Nenhum caso foi registrado na cidade, porém, a ampliação da imunização em todo o Alto Tietê é uma estratégia traçada pelo Ministério da Saúde. O trabalho no município começará pelas áreas definidas como prioritárias até chegar a outros bairros.

“Já recebemos as doses da vacina contra a Febre Amarela e iremos iniciar a vacinação nesta quarta-feira para atender os moradores dos bairros Vila Perracine, Jardim Dulce, Jardim Ivonete, Jardim Julieta, Jardim Santa Helena, Jardim Santa Luiza, Jardim América, Vila Oceania, Chácara Bela Vista, Vila Lúcia, Vila Varela e Vila Bandeirantes”, explicou o prefeito Gian Lopes.

Segundo o vice-prefeito e secretário de Saúde, Marcos Ribeiro da Costa, o Marquinhos Indaiá, o município de Poá não é área de risco para a Febre Amarela, no entanto é preciso reforçar os cuidados contra a doença. “As pessoas dos bairros informados devem procurar o posto de vacinação mais próximo para se imunizar, das 8h às 17 horas. Podem tomar a vacina munícipes a partir dos nove meses de idade”.

A diretora técnica da Vigilância em Saúde de Poá, Fabiani Ferri, explicou que assim que sua equipe for cumprindo a meta estabelecida pelo Ministério da Saúde, por ordem de prioridade dos bairros, a imunização seguirá para outras regiões da cidade.

“Isso acontecerá tão logo consigamos alcançar a meta estabelecida para esta primeira etapa. Qualquer dúvida as pessoas podem entrar em contato com a Vigilância Epidemiológica do município pelo telefone (11) 4639-9121”, disse Fabiani, que acrescentou que as vacinas estarão disponíveis, além dos bairros prioritários, todas as segundas-feiras na unidade CSII, das 8h às 16h30 e as sextas-feiras na unidade de Calmon Viana, das 8h às 16h30.

A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus transmitido por vetores artrópodes, que possui dois ciclos epidemiológicos distintos de transmissão: silvestre e urbano. Reveste-se da maior importância epidemiológica por sua gravidade clínica e elevado potencial de disseminação em áreas urbanas infestadas por Aedes aegypti.

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